12 passos para aderir à moda dos anos 70

Não restam dúvidas que o inverno 2015 será totalmente inspirado nos anos 70. Já faz alguns meses que a década mais disco de todas voltou com tudo. Agora que o frio aterrissou de vez por aqui, a tendência promete fazer o maior sucesso. Ainda não sabe como fazer parte desse time? Então é hora de explicar quais itens são essenciais para aproveitar a estação com muito estilo:

Cores vintage

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O primeiro passo para entrar na década é analisar as cores que eram usadas há 40 anos. Experimente olhar atentamente para as vitrines de lojas para ver que as principais estão lá. O verde-militar e o mostarda são vistos com mais frequência por combinarem com o friozinho, mas podem ser combinados com bordô, marrom e azul-escuro. A proposta para os looks deve ser exatamente a de criar um ar retrô.

Calças Flare

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Quem gosta de moda sabe que as calça flare, as antigas boca de sino, ocupam um lugar de destaque nas lojas e no closet feminino. Isso porque têm o incrível poder de afinar as coxas e alongar as pernas. Pois bem, a partir de agora devemos aposentar a nossa velha skinny e trocar por flares. E vale para qualquer tecido: jeans, couro, sarja e por aí vai.

Pantalona

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Estreita na cintura e larga em todo o comprimento, era hit nos anos 70 e promete repetir o sucesso. Para combinar com o clima de inverno, a dica é investir em cores escuras e usar, preferencialmente, com sapatos de salto alto. Outro elemento de destaque desta temporada é a pantacourt, que, como o próprio nome diz, é uma pantalona mais curta, com barra que para no meio da perna. Essa é para quem tem muito estilo, combinado?

Colete de pele (fake, por favor)

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No ano passado, os coletinhos peludos fizeram a cabeça de muitas mulheres, inclusive a minha. Agora eles devem conquistar um número ainda maior de adeptas. A diferença é que os modelos de 2015 são mais larguinhos, compridos e mais claros. Opte por versões nudes, marrons ou até com esses tons misturados. Fica um charme!

Chapéu floppy

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Olha ele aí de novo, gente! Com abas largas e molengas, o floppy apareceu no inverno do ano passado e invadiu o verão em versões de palhas outros materiais leves. É um item indispensável para fazer parte da década de 70. Substituto de gorros e toucas, volta em cores mais sóbrias e fica uma graça quando combinado com lenços e cachecóis.

Camurça

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Taí o tecido símbolo dos anos 70. Quentinha e a cara do inverno, pode invadir qualquer peça do vestuário feminino. É mais comum encontrar em calças e jaquetas, mas nada impede que apareçam em blusas, saias, vestidos e coletes. Vale também para os acessórios, ok? Sair por aí com botas e bolsas de camurça é sucesso absoluto.

Franjas

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Sabemos que elas vieram para ficar. Faz alguns anos que as franjas acumulam fãs e aparecem em diversos estilos. Só que agora elas são fundamentais e também invadiram todas as peças femininas. Dica para arrasar? Procure uma peça que misture as franjas com a camurça. Ou então as bolsas com franjas enormes, que já são moda no Brasil. E, olha, para fazer bonito mesmo, lembre-se de usar apenas um item franjado por vez, ok? Excessos podem cair no brega.

Vestidos estampados

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A década de 70 não tinha uma proposta muito romântica, mas as mulheres da época gostavam, sim, de usar vestidos. E quanto mais estampado, melhor. Por isso, a dica é escolher um modelo que combine as cores da estação. O mais importante é que ele siga a silhueta setentinha, ou seja, que fique abaixo dos joelhos e que tenha mangas compridas, larguinhas e assimétricas.

Macacões

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Tudo começou com as jardineiras, que estouraram no ano passado. No último verão, as versões com shorts viraram febre. Agora, os macacões são estampados e podem ser mais sequinhos, com calças marcadas no tornozelo, ou juntando duas tendências já descritas aqui: mangas assimétricas e boca de sino. Uma coisa meio Abba, sabe?

Botas de cano alto

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As mulheres dos anos 70 gostavam de sentir poderosas e investiam pesado nas botas de cano alto com salto quadrado. O ideal é que sejam marrons e que parem antes nos joelhos (sim, estamos falando do modelo over the knee). Experimente usar com vestidos ou com saias. Fica lindo e superfeminino!

Clogs

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No início do ano, fiz uma lista com itens de moda que fizeram muito sucesso, mas que caíram em desuso rapidamente. Nela estavam os clogs, os famosos tamancos da vovó, que foram hit no inverno de 2010. Achei que eles nunca mais voltariam a ter um local de destaque, mas os safadinhos voltaram com tudo porque eram muito usados nos anos 70. Posso ser sincera? Continuo não gostando deles.

Óculos arredondado com armação grossa

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Se o vestuário setentinha é estampado e chamativo, por que não levar esse visual para os acessórios? Esqueça os óculos espelhados do último verão e dê preferência para aqueles que carregam um ar vintage. Em outras palavras: formato arredondado + armações grossas + lente colorida. Modelos com armação bege e lente marrom-avermelhada, por exemplo, são os principais da lista. Sou superfã dessa versão e já estou me segurando para não comprar um!

Com todas essas informações, agora é só correr até a loja mais próxima e garantir o que mais agrada ao seu gosto. Boas compras!

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9 modelos de botas para arrasar no inverno

Não dá para negar: o inverno está chegando. E se tem algo que podemos ter certeza é que as botas finalmente sairão do fundo do armário. Eu adoro esse tipo de calçado, acho muito prático para usar durante o frio e extremamente versátil, já que podemos encontrar um modelo para cada tipo de look e estilo. Mas aí entra a pergunta que vale ouro: como escolher a bota ideal com tantas opções à venda? O primeiro passo é conhecer os nomes e as características delas. Dá só uma olhada:

Coturno

Beira Rio

Beira Rio

Já foi vista como um acessório masculino, pois começou a ser usada por soldados durante as guerras e depois foi adotada para compor o look de roqueiros. Mas, de um tempo para cá, passou a aparecer nos pés de várias fashionistas. O cano médio e o cadarço são itens obrigatório no coturno, mas agora ele ganhou spikes e estampas de animal print para agradar a mulherada. Eu AMO o meu e não troco por nada nessa vida!

Montaria

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Bottero

O nome não é por acaso, já que foi derivado das botas usadas pelos praticantes de hipismo. É uma das botas preferidas por nove entre dez mulheres justamente por ser discreta e combinar com qualquer tipo de roupa. O cano alto, feito com couro preto e marrom, normalmente é liso, com uma pegada country-chic, e pode ter alguns detalhes, como fivelas e elásticos. É  a  pedida ideal para usar por cima de jeans e leggings ou com vestido.

Biker

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Sabe aquelas botinhas de cano curto usadas por motoqueiros? Elas caíram no gosto popular e invadiram tanto looks básicos quanto produções de festa. Tudo porque a ausência de salto alto permite o uso em qualquer ocasião e as aplicações de fivelas e tachas levam um estilo mais rocker para roubar a atenção.

Galocha

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Hunter

Feitas com borracha, são muito usadas em outros países como forma de proteção para o frio e, principalmente, em dias de neve. Por aqui, elas caem muito bem naquelas tardes de tempestade, que cismam em cair bem quando estamos saindo do trabalho e acabamos com as sapatilhas encharcadas. As básicas, especialmente as pretas, são as mais indicadas, mas eu adoro as estampadas. Tenho uma listrada e uso principalmente quando assisto shows em locais que viram lama – extremamente útil.

Chelsea

Moleca

Moleca

Já falei delas aqui. São as velhas botinas, com cano curtinho e um elástico largo na lateral. Era a promessa do inverno passado, mas tenho a impressão de que elas não foram muito bem aceitas. Acho bonito? Não. Usaria? Também não. Mas tem gente tão estilosa que consegue combinar as botas com um vestidinho floral e sair por aí arrasando. Ou seja, uma peça para poucas!

Country

Crysalis

Crysalis

Bico fino, couro marrom, fivelas, aba em semicírculo… Essas são as principais características das botas de caubói, que ganharam o aval fashion há uns cinco anos e nunca mais saíram dos holofotes. Assim como as Chelsea Boots, devem ser usadas com cuidado. Como são bem chamativas, ficam melhores em eventos informais. No trabalho, é bom evitar.

Over the knee

Vizzano

Vizzano

Também já falei delas aqui. O nome já diz tudo: são aquelas botas beeeem altas e que passam dos joelhos. Sempre achei feio e até um pouco vulgar, mas vi tantas no ano passado que tive que comprar. O resultado? AMEI. Fica tão chique com legging e o mais legal é que dá para dobrar a aba e usar um cano mais baixo durante o dia. Mas vale lembrar:  para não ficar com a silhueta achatada, é bacana que a bota tenha um saltinho. Experimente ainda usar a mesma cor da cintura para baixo. Resumindo: se a bota for preta, combine com calça ou legging do mesmo tom.

Ankle boot

Dijean

Dijean

Para entrar nessa categoria, tem que ter o cano bem curtinho (abaixo do tornozelo), saltão fino e a parte da frente toda fechada. Tem um estilo mais moderninho que fica bem tanto com uma produção mais básica quanto com aquele vestido chique da balada. Tem gente que ama, mas eu passo longe por causa do salto altíssimo

Open boot

Ramarim

Ramarim

É irmã da Ankle, só que tem uma abertura na parte de frente do pé e deixa os dedos à mostra. Por causa disso, é mais recomendada para eventos diurnos. Como é mais ousada, deve ser usada por mulheres com estilo mais despojado e vai muito bem com vestidos na altura do joelho e calças sequinhas. Outra vantagem é que dá para sair com ela em dias mais quentes.

Agora é só escolher a que mais combina com você e fazer bonito nos próximos meses!

Os sapatos do inverno 2015

Daqui a poucos dias nós receberemos o outono. Ou seja, teremos aquele momento de analisar o que será tendência na próxima temporada, principalmente em relação aos sapatos. E tem coisa boa vindo aí, sabia? Neste ano, os modelos priorizarão o conforto. Tênis e botas de cano curto estarão em alta e os sapatos tradicionais, como os scarpins, virão com salto mais baixo (eba!). Quer saber em quais itens deve apostar? Vamos lá:

Tons terrosos e detalhes étnicos

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Lembram que eu falei sobre o estilo folk, que invadiu a moda? Como já era de se esperar, a tendência também vai bombar nos sapatos. As vitrines serão tomadas por calçados de tons terrosos, como vinho, marrom, verde-escuro, cinza, e poderão trazer algum elemento da cultura étnica, como bordados e detalhes feitos em tecidos como camurça e detalhes feitos com franjas. A parte boa é que essas cores são A cara do inverno e combinam com quase todos os tipos de roupa. Achei chique e já estou com vontade de comprar o meu.

Bordados e aplicações

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Foi-se o tempo em que botas e sapatos apareciam de forma neutra e sem nenhum detalhe. Em 2015, os calçados terão uma posição de destaque e aparecerão com muitos bordados. Da mesma forma, teremos aplicações de pedras em sapatilhas e botas. Vale lembrar que os excessos podem acabar chamando atenção, então é sempre bom tomar cuidado, ok? As peças ficam lindas em meninas cheias de estilo, mas acabam pesadas no ambiente de trabalho. Pense bem antes de usar e veja se está de acordo com a ocasião, combinado?

Tênis metalizados

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Já faz um tempo que os tênis passaram a ser considerados itens pra lá de fashion. Teve a época dos modelos mais podrinhos, das opções com salto embutido (lembra?) e agora chegou a vez dos metalizados. Pois é, a tendência de usar peças que imitam as tonalidades dos metais conquistou os pés e prova que dá para aliar moda e conforto. Os novos tênis funcionam como a opção perfeita para usar com leggings. Quem gosta de ousar, pode combinar com vestidos lisos e mais soltinhos. Posso confessar? Ainda não aprendi a usar tênis com estilo, mas estou doida por um metalizado.

Botas com solados de borracha, madeira e plataforma reta

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Não dá para pensar em inverno sem falar das botas, não é mesmo? Os modelos tradicionais, com cano alto e salto para acompanhar, são clássicos que nunca saem de moda. A over the knee, que fez muito sucesso no ano passado, vai continuar em alta. Mas a grande novidade fica por conta dos modelos com solados mais agressivos (já repararam que essa temporada está cheia de atitude, né?), como os feitos com borracha, madeira e plataforma reta. Por serem peças extremamente pesadas e chamativas, é bom também deixar de fora do closet de trabalho. Mas cai superbem em dias nublados com previsão de chuva, não acham?

Scarpins baixos

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Ninguém nega que o scarpin é absoluto quando o assunto e elegância, versatilidade e feminilidade. O problema é que o modelo não é nem um pouco confortável. O bico fino pode esmagar nossos pobres dedos, enquanto o salto alto bem fininho causa aquela dor característica no calcanhar. Faz parte do time que evita usar esse sapato? Pois pode comemorar. Neste inverno, teremos versões semelhantes, porém com saltos menores e mais largos para garantir aquele conforto básico. E esse detalhe não reduz o poder, sabia? Podemos sair por aí com nossos sapatinhos baixos e mesmo assim ainda seremos donas da razão. Quem concorda?

Inspiração militar

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Outro estilo que a gente comenta há anos e vive em alta nesta época do ano. Os coturnos e as jaquetas pesadas seguirão firmes e fortes e terão fivelas e metais como companhia. Já deu para perceber que as botas do momento serão bem carregadas de detalhes. Mas a tendência também pode ser aplicada em outros calçados. Sabe aquela sapatilha com uma fivela grande na ponta que você paquerou, mas não levou para casa? Agora vai ser o momento de comprar. Taí outro tipo de moda que eu acho a cara do frio. Minha botinha já está separada e pronta para arrasar!

Sapatos masculinos

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A gente já escutou muito sobre essa onda de “roubar” algumas peças do guarda-roupa masculino. Teve a onda do terninho ajustado, o da boa e velha camisa branca, da calça de alfaiataria mais soltinha e por aí vai. Agora nós vamos ficar de olho nos sapatos alheios. Isso mesmo, teremos adaptações de modelos que eles sempre usam. O oxford, aquele sapatinho que imita algo mais social, vai voltar a ter posição de destaque. O mocassim, que foi muito utilizado nos anos 90 e caiu em desuso, será o acessório da vez. Fique de olho!

Mules

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Outro sapato que foi muito usado entre os anos 50 e 60 e que, por conta disso, ficou conhecido como o tradicional tamanco da vovó. Com essa volta triunfal, as mules passam a ser sinônimo de estilo e sofisticação e já são vistas nos pés de várias fashionistas. O modelo é bem parecido com o scarpin, já que também apresenta bico fino e salto alto. A diferença é que a parte de trás é descoberta, o que o torna ideal para usar naqueles compromissos importantes realizados em dias de inverno com sol (aliás, meu clima favorito no mundo).

Anotou tudo? Então agora é hora de aproveitar e ir às compras.

Fotos: Arezzo, Santa Lolla, Lilly’s Closet e Ramarim

9 benefícios do verão

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Toda a minha família por parte de mãe prefere o frio ao calor. Confesso que me dá uma certa preguiça quando penso em sair de casa com mais de 30 graus lá fora (aqui em São Paulo o tempo é seco e não tem praia para refrescar) ou então naqueles bichinhos que voam ao redor da luz, mas insistem em cair no seu cabelo e nos pernilongos que não deixam a gente dormir.

Mesmo assim, faço parte daquele time que espera o ano todo pelo verão. Talvez seja pelo fato de a estação combinar com o final de ano, mas acho que o clima das pessoas muda nessa época. Então, já que vamos entrar na reta final do calor, preparei uma lista com os pontos positivos do período para aproveitar esses dias. Vamos conferir?

1. Os dias duram (muito) mais

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Não dava para começar diferente. Na minha opinião, o horário de verão é um dos melhores benefícios do verão. Todo ano, quando outubro se aproxima, eu já fico mais contente. Sim, eu sei que o começo é difícil e que leva um tempinho para nos acostumarmos a acordar uma hora mais cedo, mas é tão gostoso sair do trabalho com sol, não é? Dá uma sensação de que ainda dá para aproveitar o dia. E, se você tiver a sorte de ter nascido em cidade de praia, dá para dar um mergulho antes de voltar para casa.

2. A moda é mais colorida e confortável

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Ok, não há dúvidas de que somos mais elegantes no inverno. Mas, como boa admiradora de peças com cores alegres e estampadas, devo admitir que meu guarda-roupa tem muito mais roupas de verão e que eu sinto que me visto melhor nessa época. Acontece que eu adoro sair por aí de vestido (acho tão prático e feminino) e uso meu bom e velho short jeans até para ir ao shopping, combinado com regatas soltinhas e fofas. E olha, tenho a impressão de que a variedade de peças é muito maior nessa estação. Quer um exemplo? O maiô, que ganhou versões tão lindas que podem ser usadas tanto na piscina como body para ir ao barzinho – pena que ainda não tenha aderido ao look.

3. Cabelos naturais, por favor

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Em que outra época do ano a gente sai sem ter vergonha do aspecto natural dos nossos cabelos? Sou viciada em secador e chapinha, mas me dá calor só de pensar em ligar os aparelhos quando a temperatura está alta lá fora. Ou seja, os fios secam naturalmente e ninguém liga se sairmos com eles nem lá nem cá (resumindo: nem lisos ou com cachos definidos). É tão bom se libertar, mesmo que só por uns dias, de toda essa rotina, não acha? Só não vale deixar de lado os cuidados básicos, como a hidratação e o uso de shampoos próprios para combater o ressecamento.

4. Praia e piscina à vontade

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Acho que o meu lado carioca, herdado por parte do meu pai, é o responsável por me fazer gostar tanto de praia. Quando tenho um mar por perto, gosto de me arrumar o mais rápido possível para curtir tudo que tenho direito: pular ondas, deitar na canga estendida na areia e tomar água de coco. E por conta do horário de verão, a praia fica ainda mais gostosa no final da tarde. Bom, né? Também dá para curtir a piscina e, de quebra, pegar aquele bronzeado. Ô coisa boa!

5. A disposição para ficar em forma aumenta

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Entendo perfeitamente quem não gosta de academia. Cadê a inspiração para fazer uma série de exercícios em um lugar fechado? Com o calor, é possível praticar uma atividade física ao ar livre. As opções são infinitas: dá para caminhar, pedalar, patinar e até chamar os amigos para disputar uma partida de vôlei. E mesmo quem mora longe da praia, pode mexer o corpo em parques. Ou seja, não tem desculpa para perder aqueles quilinhos a mais.

6. A comida é tão fresquinha e refrescante

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Não sou a maior das fãs de sorvetes, mas confesso que não tem nada melhor do que tomá-lo em dias de muito calor. Assim como sucos e vitaminas preparadas com frutas bem fresquinhas e com boa quantidade de água para manter nosso corpo hidratado (como melancia, melão e maçã). Até mesmo uma saladinha, bem temperada, parece uma boa opção. Drinks? A dica é escolher os não-alcoólicos para manter o corpo em funcionamento, mas não tem nada melhor do que uma cervejinha gelada no final da tarde – um copinho a gente perdoa, ok?.

7. A natureza fica mais bonita

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A dupla sol + céu azul com poucas nuvens se encarrega de embelezar qualquer foto. Já reparou como aquela visita que você fez a um ponto turístico de uma determinada cidade ficou mais especial por conta do dia ensolarado? Pois é. Sem falar no nascer ou no por do sol, que assumem cores que eu só vejo nessa época. Até mesmo aquela graminha verde e iluminada parece um ótimo lugar para descansar depois do almoço. Momentos assim merecem uma atenção especial, quem concorda?

8. As pessoas estão muito mais alegres

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Dias cinzas também te deixam deprimida? Comigo é sempre assim: basta ver um céu nublado para que eu me sinta triste. Mas, quando a situação se inverte e o sol chega, é uma felicidade completa. Parece que todos estão mais dispostos, alegres e de bem com a vida, mesmo morrendo de calor. Dá vontade de cumprimentar as pessoas na rua, de marcar aquele programa depois do expediente e programar uma viagem no final de semana. Não é mesmo?

9. Os pés agradecem

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Como já falei aqui algumas vezes, não nasci com o dom para andar de salto alto. Então, aproveito o verão para sair de rasteirinhas e até chinelos sem qualquer culpa. Deixar os dedos do pé à mostra faz bem, sabia? É que eles ficam tanto tempo coberto por sapatilhas e outros sapatos que é comum notar unhas mais fracas, pele ressecada e até os temidos calinhos. Resolver esse problema é fácil fácil. Vamos começar?

10 peças da moda que caíram em desuso

Esse mundo maravilhoso da moda é bem curioso, não é? Dizem que algo é tendência e lá estamos nós, enlouquecidas para comprar tudo e atualizar nosso guarda-roupa o mais rápido possível. O engraçado é que às vezes a gente nem gosta muito da peça e faz cara feia, mas em questão de meses (ou até semanas) já olhamos de outra forma para a roupa.

Só tem um probleminha: ao mesmo tempo que é mágica e sedutora, a moda também é passageira. Afinal, em menos de um ano aquilo que era in vira out. E vamos combinar: atire a primeira pedra quem nunca cometeu um ato digno de vítima da moda. Eu, no caso, já cometi tantos que prometo nunca mais repetir. Esse pacto, como já se pode imaginar, só dura até a próxima estação.

E olha, já tem tanta coisa que a gente usou e se arrependeu depois. A lista é enorme, mas eu selecionei só dez para que ninguém fique triste. Vamos matar a saudade e comemorar que essas peças não se encontram mais ao nosso alcance?

A calça listrada do Beetlejuice (2013)

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Ok, confesso: no começo eu achei bem brega. Via algumas mulheres com uma calça com listras pretas e brancas e me parecia algo tão feio que eu não imaginava como podiam sair de casa daquele jeito. A quantidade de adeptas do modelito aumentou de forma absurda e até as blogueiras passaram a usar (inclusive combinada com um blazer do mesmo padrão de estampa). Aí já sabe né, a Becky Bloom que mora dentro de mim simplesmente necessitava a tal calça. Me dei de aniversário, vesti no dia em que completei 25 anos de vida e… nunca mais usei!

O sneaker de saltinho (2012)

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Taí um item que divide opiniões. Eu até acho que é uma peça que cai muito bem em meninas com esse estilo mais rocker, só que virou carne de vaca. Explico: todo mundo tinha o tal tênis de salto. Alguns eram mais elaborados, com spikes, enquanto outros eram uma verdadeira aberração de cores e desenhos. E na hora de combinar, então, muita gente mais parecia um show de horror. Enfim, enjoou tanto que hoje é difícil encontrar alguém com o modelo no pé. Já os sem salto, bem na pegada, hip hop, continuam em alta.

O efeito balonê (2008)

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Como boa fã de peças delicadas e românticas, pirei quando comecei a ver roupas com tecido mais encorpado que estufavam ao chegar perto das barras. Ou seja, dava aquele efeito de roupa pesada e mil vezes maior do que era. Conclusão: quem sofria para eliminar alguns quilos parecia mais gordinha. Não era nada legal, mas a gente usou até cansar. E olha, deu até saudade do meu vestido preto balonê, tão breguinha e tão lindo!

A calça big (1998)

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Essa calça uó foi um ícone nos anos 90. Para quem não sabe, era uma calça largona, com bolsos nas laterais, típica dos rappers. Lembro de usar bastante a minha, que era preta, quando tinha 10 anos e hoje fico pensando como me deixavam sair com ela. Não era nem um pouco legal e não era nada feminina (hoje a gente sabe muito bem como aderir ao estilo boyish sem perder o estilo). Para ser sincera, era algo muito, mas muito feio. Ainda bem que eu era criança e o arrependimento não é tão grande!

O revival das ombreiras (2013)

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Outro item que eu nunca entendi muito bem. Ok, a moda era bem estranha nos anos 80 e tudo que era exagerado parecia bom. Os ombros apareciam marcados especialmente em blazers e jaquetas. Não gosto, mas acho que até combina com os excessos da época. E apesar de serem bem criticadas, elas voltaram a aparecer há dois anos. Se as ombreiras já eram esquisitas por conta própria, imagine acentuá-las de forma geométrica ou adicionar spikes e penas? Essa eu posso dizer em voz alta: nunca usei (mas se eu tivesse meus 20 e pouco na década de 80, certeza que eu usuária).

A calça saruel (2009)

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Peças largas não fazem meu estilo, então foi um verdadeiro espanto quando vi pela primeira vez a calça com cavalo bem grande que vai até o meio da coxa. Não cai bem nem nas adeptas do visu bicho-grilo. Tudo porque provoca uma alteração nas proporções do corpo e deixa as pernas mais achatadas, ou seja, um terror para mulheres baixinhas. Quer usar uma peça mais soltinha? Não tem problema. Vá com aquele seu jeans boyfriend ou com uma saia longa, que arrematam qualquer produção.

Os clogs (2010)

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Essa moda durou muito rápido, graças a Deus. Os clogs nada mais são do que os tamancos de madeira, que tentaram voltar com nome mais fino. Aberto na parte do calcanhar, cobria totalmente o peito do pé e os dedos com um tecido que normalmente era de couro. O salto quadradão só deixava a peça mais pesadona e… feia. Sim, precisamos admitir, era um calçado muito feio. Tanto que até tentaram vender uma imagem de que era algo cool e sofisticado, mas acabou ficando em alta somente no inverno de 2010. Quem comprou deve se arrepender até hoje.

As alças de silicone (2000)

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Vamos combinar que nosso estilo é terrível quando entramos na adolescência? Tudo que nós queremos usar são roupas que nos deixem com cara de adultas. Imaginem a minha situação: quando fiz 12 anos, a última moda eram as alcinhas de silicone, que provocavam um efeito de transparência. Achava aquilo tão lindo e tão adulto, gente! E enlouqueci quando minha mãe me deu de presente uma blusinha rosa com as tais alças. O problema? As alcinhas amarelavam rapidamente e não causavam aquele efeito de transparência que prometiam. Não demorou para caírem na breguice. Sabe os vestidos com aquelas telinhas que também causam uma sensação de decote? Bom, sou completamente apaixonada por eles, mas acho que eles vão ter o mesmo fim das alças de silicone. Quem concorda?

As calças de cintura bem baixa (2002)

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Começo dos anos 2000. Toda mulher que seguia a moda tinha que ter uma blusinha bem curta e a calça de cintura baixa para deixar a barriga de fora e mostrar o piercing no umbigo (sim, fui dessas). Era até aceitável em mulheres altas e magras, mas essa calça tinha o incrível poder de aumentar a barriga. O cavalo mais baixo – e alguns eram tão baixos que até assustavam – faziam com que aquela pancinha abdominal que a gente tanto tenta perder se sobressaísse. Sábia é a minha avó que dizia que a peça era horrível. No ano passado, a barriga voltou a ficar de fora com os tops croppeds, que tapam o umbigo e mostram só uma faixinha de pele. Alguém duvida que essa moda vai aparecer daqui um tempo como algo totalmente inadequado?

As botas pata-de-cavalo (2006)

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As botas de cano alto e plataforma foram uma verdadeira febre no inverno de 2006. Todo mundo tinha que ter. Bastante grosseiro, o calçado, que mais parecia uma pata de cavalo, não tinha nenhuma intenção de ser delicado. Além do solado de borracha que tinha, no mínimo, 5 cm, tinha amarrações com fivelas ao longo da perna. Eu sabia que a bota era feia, mas comprei mesmo assim e usei até cansar (por dois invernos). Depois aposentei e acabei colocando-a na sacola de doação durante uma arrumação nos armários. Torço para que essa moda nunca mais volte, mas aposto que seria um novo sucesso se inventassem um revival para ela.

Lembra de mais algum exemplo? Me conta que eu prometo continuar essa lista 🙂

Aprenda a diferenciar os tipos de sandálias para curtir o verão

Estamos no auge do verão e, para aguentar o calor, existe um item obrigatório no vestuário feminino: as sandálias. Não tem calçado melhor para enfrentar as altas temperaturas, não é mesmo? E aí entra uma pergunta valiosa: que tipo de sandália escolher? Pois é, não basta apenas deixar o pé à mostra. A tarefa mais difícil é optar por um calçado que combine com o seu estilo e com o look. Parece impossível? Que nada, é bem fácil. Espia só:

Rasteirinha

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É a melhor opção para quem, assim como eu, não sabe andar de salto alto. O solado plano é garantia de conforto e praticidade e pode ser usado em qualquer lugar, até mesmo no barzinho com os amigos. Também é muito versátil, já que apresenta versões para todos os estilos. As mais básicas, por exemplo, podem escolher sandálias simples, com ou sem tiras, e em cores neutras, como branco e preto. Já as mais ousadas devem dar preferência para os modelos coloridos e com aplicações de pedras.

Anabela

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Um clássico dos calçados de verão. A diferença fica por conta da parte de trás (onde fica o calcanhar), que é bem mais alta e cria um formato de solado que permite vários tipos de material e desenhos. Sou fã daquelas feitas com palhas e outros tipos de fibras para combinar com o calor, mas também já vi algumas coloridas e geométricas que são lindas. Apesar de muita gente torcer a cara, não dá para negar que é uma sandália extremamente feminina.

Plataforma

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Assim como a anabela, tem o solado elevado na parte de trás. A diferença é que a região onde estão os dedos dos pés também é mais alta, daí o nome plataforma. É um verdadeiro paraíso para as amentes de saltos porque alonga a perna com todo o conforto necessário e ainda dá aquele ar de poder e elegância. Para combinar com o frescor do verão, a dica é escolher as opções coloridas, que também causam menos impacto.

Gladiadora

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Já faz um tempo que ela aparece nos pés de diversas celebridades, mas veio com mais força nesta temporada. O nome remete aos tempos dos gladiadores, que usavam sandálias com várias tiras e amarrações ao redor da panturrilha. No começo, era visto como um item grosseiro e cafona, mas, aos poucos, o mundo da moda passou a usar como um calçado fashion e poderoso. Como chama muita atenção, é bom tomar cuidado. Comece com um modelo mais discreto e lembre-se de combinar com peças que valorizem as pernas, como bermudas, saias e vestidos curtos.

Meia pata

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Feitas com saltos enormes, que podem ser finos ou largos, tem um solado bem grosso na parte da frente para equilibrar e garantir aquele conforto que a gente tanto gosta. É a pedida ideal para enfrentar aquela festa que vai durar a noite toda e manter o charme. Não tem problemas para usar salto alto? Então invista nas feitas com salto agulha, que são lindas e superfemininas. Mas, se você não nasceu com esse dom, opte pelo salto quadrado, que distribui melhor o peso do corpo – esse, aliás, é o único tipo de salto que eu consigo usar.

Salto alto

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São usadas principalmente em festas e casamentos. É aquela sandália tradicional, com salto bem grande e praticamente nenhum apoio na parte da frente. Neste verão, elas ganharam amarrações delicadas na região do peito do pé. São tão fofas que podem ser usadas naquele almoço-delícia de frente para a praia ou na balada. Mas atenção: é um calçado para as fortes. Quem não está acostumada pode sentir dor muito rapidamente e ser obrigada a voltar para casa descalça ou parar em uma loja para comprar outro par (o que não seria uma má ideia, não é?).

 

Fotos: Pinterest

Os sapatos do verão 2015

Há alguns meses, lá no comecinho do blog, fiz um post adiantando as tendências de sapatos para o inverno. O curioso é que ele é o quinto mais lido até hoje, então nada melhor do que aproveitar a chegada da primavera (eba) para falar sobre o que vai bombar nos seus – e nos meus – pés nos próximos meses. Tem tanta coisa linda que vai difícil decidir o que comprar, espia só:

Espadrilles

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Tem calçado mais verão do que esses modelos? Sou suspeitíssima porque acho um acessório superdelicado e, ao mesmo tempo, poderoso. Explico: os calçados com solado de palha, corda e outros tecidos naturais são pra lá de versáteis e podem ser usados desde o trabalho até a pool party do final de semana. A versão mais tradicional acompanha fitas para amarrar no tornozelo (bem charmoso vai), mas a boa notícia é que ele também pode vir com os saltos anabela e plataforma. Não usa sapato alto? Então comemore comigo. Neste verão, as espadrilles serão baixinhas. Isso mesmo, nada de saltão. Hora de aposentar as minhas, que estão jogadas lá no fundo do armário (não sei andar de salto, socorro!)

Alpargatas

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Outro item que me agrada e muito! Ok, não é lá muito bonito, mas é tão confortável que a gente nem liga. Assim como as espadrilles, as alpargatas possuem um solado natural. A diferença é o tecido suave que cobre todo o pé. Lembro que elas faziam o maior sucesso quando eu era pequena, no início dos anos 90, mas depois caíram no esquecimento. Ainda bem que voltaram e que receberam versões estampadas e coloridas. Ganhei a minha – listradinha com branco e cinza – no Natal do ano passado e não vejo a hora de usá-las novamente.

Franjas

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Elas já eram sucesso no verão passado, mas continuam em alta. Parte do estilo boho, que também segue agradando o público feminino, as franjas aparecem como um detalhe sofisticado em sandálias altas e rasteirinhas. É uma boa alternativa para aquele passeio no shopping depois da praia ou para o barzinho do final do dia. Para deixar a produção mais completa, é legal combinar com vestidos mais soltinhos ou shorts de modelagem mais leve. Bem calor, né?

Salto bloco

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Acho lindo sapatos de salto alto, mas tenho muita dificuldade em me equilibrar quando uso um. Por isso, apelo sempre para os saltos quadrados, que não machucam tanto meus pobres pés. Nem preciso dizer a felicidade que tomou conta de mim quando vi que o modelo vai ser o hit da próxima estação. Até porque verão combina com conforto e o salto bloco é a melhor opção para quem quer ficar com as pernas mais longas sem sofrimento. E olha que bacana, dá para usar o sapato com as franjas aí de cima. Vai ser sucesso!

Birkenstock

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Sei que a moda é feita para agradar a todos os gostos, mas essas sandálias são muito feias, né? Lembro de ter comprado uma na época do cursinho, em 2005, porque todo mundo usava com meias (credo), mas se eu calcei duas vezes foi muito. As Birkens nada mais são do que as velhas papetes e pegaram carona na tendência dos chinelos. Quem não liga muito para beleza na hora de comprar sapatos pode escolher esse modelo por conta do conforto e do solado anatômico. Dá para usar com saia, vestido, shortinho e por aí vai – mas eu continuo achando uó!

Gostaram? Já estou com a minha listinha de compras nas mãos 🙂

(Fotos: Shoestock, Ballasox, Arezzo e Birkenstock)