12 passos para aderir à moda dos anos 70

Não restam dúvidas que o inverno 2015 será totalmente inspirado nos anos 70. Já faz alguns meses que a década mais disco de todas voltou com tudo. Agora que o frio aterrissou de vez por aqui, a tendência promete fazer o maior sucesso. Ainda não sabe como fazer parte desse time? Então é hora de explicar quais itens são essenciais para aproveitar a estação com muito estilo:

Cores vintage

ebd2303c47c7251147d44e820d77945c

O primeiro passo para entrar na década é analisar as cores que eram usadas há 40 anos. Experimente olhar atentamente para as vitrines de lojas para ver que as principais estão lá. O verde-militar e o mostarda são vistos com mais frequência por combinarem com o friozinho, mas podem ser combinados com bordô, marrom e azul-escuro. A proposta para os looks deve ser exatamente a de criar um ar retrô.

Calças Flare

f91882dcf68091cf551737a1fc3cebad

Quem gosta de moda sabe que as calça flare, as antigas boca de sino, ocupam um lugar de destaque nas lojas e no closet feminino. Isso porque têm o incrível poder de afinar as coxas e alongar as pernas. Pois bem, a partir de agora devemos aposentar a nossa velha skinny e trocar por flares. E vale para qualquer tecido: jeans, couro, sarja e por aí vai.

Pantalona

cor-da-cala-pantalona-235x300

Estreita na cintura e larga em todo o comprimento, era hit nos anos 70 e promete repetir o sucesso. Para combinar com o clima de inverno, a dica é investir em cores escuras e usar, preferencialmente, com sapatos de salto alto. Outro elemento de destaque desta temporada é a pantacourt, que, como o próprio nome diz, é uma pantalona mais curta, com barra que para no meio da perna. Essa é para quem tem muito estilo, combinado?

Colete de pele (fake, por favor)

b5dc0eaf0bac8fa81598ac0bee8ae887

No ano passado, os coletinhos peludos fizeram a cabeça de muitas mulheres, inclusive a minha. Agora eles devem conquistar um número ainda maior de adeptas. A diferença é que os modelos de 2015 são mais larguinhos, compridos e mais claros. Opte por versões nudes, marrons ou até com esses tons misturados. Fica um charme!

Chapéu floppy

6928e0662fd311c9146049d33ebafb92

Olha ele aí de novo, gente! Com abas largas e molengas, o floppy apareceu no inverno do ano passado e invadiu o verão em versões de palhas outros materiais leves. É um item indispensável para fazer parte da década de 70. Substituto de gorros e toucas, volta em cores mais sóbrias e fica uma graça quando combinado com lenços e cachecóis.

Camurça

69f11b485d9b66c4fcdcb56d61b02c75

Taí o tecido símbolo dos anos 70. Quentinha e a cara do inverno, pode invadir qualquer peça do vestuário feminino. É mais comum encontrar em calças e jaquetas, mas nada impede que apareçam em blusas, saias, vestidos e coletes. Vale também para os acessórios, ok? Sair por aí com botas e bolsas de camurça é sucesso absoluto.

Franjas

de9698c9ad705f0b3dfde31a294ec4bc

Sabemos que elas vieram para ficar. Faz alguns anos que as franjas acumulam fãs e aparecem em diversos estilos. Só que agora elas são fundamentais e também invadiram todas as peças femininas. Dica para arrasar? Procure uma peça que misture as franjas com a camurça. Ou então as bolsas com franjas enormes, que já são moda no Brasil. E, olha, para fazer bonito mesmo, lembre-se de usar apenas um item franjado por vez, ok? Excessos podem cair no brega.

Vestidos estampados

retro-fashion-model-in-chiffon-dress-ibiza-seventies-flowing-feminine

A década de 70 não tinha uma proposta muito romântica, mas as mulheres da época gostavam, sim, de usar vestidos. E quanto mais estampado, melhor. Por isso, a dica é escolher um modelo que combine as cores da estação. O mais importante é que ele siga a silhueta setentinha, ou seja, que fique abaixo dos joelhos e que tenha mangas compridas, larguinhas e assimétricas.

Macacões

eaa1186cddfd0e59746e49fe273cdfd6

Tudo começou com as jardineiras, que estouraram no ano passado. No último verão, as versões com shorts viraram febre. Agora, os macacões são estampados e podem ser mais sequinhos, com calças marcadas no tornozelo, ou juntando duas tendências já descritas aqui: mangas assimétricas e boca de sino. Uma coisa meio Abba, sabe?

Botas de cano alto

hbz-skirts-boots-04

As mulheres dos anos 70 gostavam de sentir poderosas e investiam pesado nas botas de cano alto com salto quadrado. O ideal é que sejam marrons e que parem antes nos joelhos (sim, estamos falando do modelo over the knee). Experimente usar com vestidos ou com saias. Fica lindo e superfeminino!

Clogs

clogs-4

No início do ano, fiz uma lista com itens de moda que fizeram muito sucesso, mas que caíram em desuso rapidamente. Nela estavam os clogs, os famosos tamancos da vovó, que foram hit no inverno de 2010. Achei que eles nunca mais voltariam a ter um local de destaque, mas os safadinhos voltaram com tudo porque eram muito usados nos anos 70. Posso ser sincera? Continuo não gostando deles.

Óculos arredondado com armação grossa

8154259c83d16a3417c4f343f4fa5c93

Se o vestuário setentinha é estampado e chamativo, por que não levar esse visual para os acessórios? Esqueça os óculos espelhados do último verão e dê preferência para aqueles que carregam um ar vintage. Em outras palavras: formato arredondado + armações grossas + lente colorida. Modelos com armação bege e lente marrom-avermelhada, por exemplo, são os principais da lista. Sou superfã dessa versão e já estou me segurando para não comprar um!

Com todas essas informações, agora é só correr até a loja mais próxima e garantir o que mais agrada ao seu gosto. Boas compras!

Anúncios

O colar ideal para cada decote

Todas as mulheres loucas por acessórios sabem que os colares são capazes de promover aquele detalhe que falta para tornar o look poderoso. Só que a escolha errada pode provocar o efeito contrário, ou seja, chamar atenção demais e desfavorecer toda a produção. Por isso, combinar o colar com a roupa é um hábito que parece simples, mas deve ser feito com muito cuidado. Aí entra a pergunta que não quer calar: como saber que o colar é ideal para o decote?

Pois é, existe um formato certo do acessório para cada tipo de decote. Até as blusas de gola alta, que voltaram a ficar em destaque, podem (e devem) ser embelezadas com um colar específico. Nunca tinha parado para pensar nisso? Então pode ficar calma. Acontece que essa combinação é muito mais simples do que se imagina. Olha só:

Gola careca

careca

Esse nome é dado para as golas mais comuns de blusas e camisetas. É aquela que fica bem próxima do pescoço, básica mesmo sabe? Pois bem, a regra aqui é seguir o formato da roupa, ou seja, como é algo comum, o colar deve ser discreto. Os de tamanho médio são os mais indicados e devem ficar um pouco abaixo do decote para não pesar.

Gola redonda

redonda

Ao contrário da careca, é um pouco mais aberta e deixa parte do colo e dos ombros à mostra. Para valorizar essa região, a dica é escolher um colar curto também redondo e, de preferência, volumoso e colorido. Para acertar de vez, opte por tons neutros que combinam com qualquer roupa e situação.

Gola quadrada

quadrada

Esse tipo de gola não é tão comum e pode deixar muita gente em dúvida na hora de escolher os acessórios. Mas olha que simples: é só combinar com um colar curto, que valoriza o decote, e que siga a mesma geometria da peça. Ficou confusa? Então anote: se o decote for quadrado, o colar também vai ter um pingente de forma quadrada.

Gola alta

alta

E aqui estamos. Afinal, dá para usar colares com blusas de gola alta? Claro que dá. É só escolher modelos bem longos, com várias camadas – ou voltas – para equilibrar o corpo na proporção horizontal. Taí duas peças maravilhosas que combinam superbem e que são a cara do inverno. Aproveite.

Frente única

frente única

Outro modelo que pode deixar muita gente em dúvida. Sem segredos: a proposta da frente única é deixar as costas e os ombros em evidência, então o colar deve ser estreito, de comprimento médio, e com um pingente que siga o desenho do decote – normalmente, blusas e vestidos que seguem esse conceito apresentam decote em V.

Gola canoa

canoa

Sem dúvidas, é o meu decote favorito. Acho tão chique e tão delicado ao mesmo tempo. Para quem não sabe, é aquela gola recortada de ombro a ombro, que deixa a parte superior do colo à mostra. Essa região deve ser valorizada, por isso invista sem medo nos colares longos com várias voltas. Elegância pura!

Camisa com colarinho

gola camisa

Algumas mulheres preferem abrir os botões de cima das camisas, enquanto outras preferem mantê-los fechados. Seja como for, a dica aqui são colares curtos, que devem ser colocados por baixo da gola. Opte por aqueles feitos com pedrarias delicadas que valorizam a peça e ainda proporcionam um toque feminino.

Tomara que caia

tomara que caia

Sem qualquer tecido cobrindo o colo e os ombros, é um decote que esbanja elegância e sofisticação. Por ser algo que já chama a atenção, o colar deve ser discreto. Resumindo: gargantilhas e modelos que ficam próximos ao pescoço são os ideais pois não deixam o visual pesado.

Gola V

gola v

O decote em V é, por si só, algo impactante. O colar, portanto, deve seguir o formato da gola. Modelos pesados, com pedras e metais em formato cascata, funcionam perfeitamente. Opte por correntes mais estreitas, que caibam dentro da blusa.

Gostaram das dicas? Agora ficou mais fácil sair por aí com o colar certo.

10 itens que marcaram sua vida há dez anos

2005

Poucos dias antes de comemorar o último ano novo, percebi que o tempo realmente passa rápido demais. Neste ano, completo dez anos de formada na escola. Passei 15 anos da minha vida estudando lá (entrei com 2 e saí com 17) e continuo frequentando festas juninas e encontrando ex-professores, então não conseguia perceber que já faz muito tempo desde que me tornei ex-aluna.

Depois dessa conclusão chocante, resolvi forçar a memória para relembrar como era a minha (e a sua) vida dez anos atrás. Não parece, mas muita coisa – muita mesmo – mudou ao longo desse tempo.  Aí entra outra questão muito interessante: já parou para pensar como a tecnologia é rápida e necessária? Olha só:

O iPod aterrissou em solo brasileiro

ipod5g

Hoje em dia, é quase normal trocar o iPod pelos smartphones, certo? Praticamente ninguém mais sai por aí com os aparelhos que tocam música e reproduzem vídeos. Pois saiba que, em 2005, o iPod era um artigo de luxo. Um ano antes, já víamos algumas pessoas com aquela versão clássica grandona, mas foi há dez anos que ele começou a ter seus primeiros fãs por aqui e criar admiradores da Apple.

Eu me incluo super nessa lista. Ganhei meu primeiro modelo, o shuffle, no finalzinho de 2005. Era tão mais prático levar o iPod do que o discman para a escola, gente! Depois de comprar outras versões, ganhei o Touch de presente de aniversário de 21 anos, e ele está vivo até hoje. É velhinho, mas tão querido!

As pulseiras de borracha promoviam a saúde

13506-MLB20078482842_042014-Y

Taí uma febre da qual você dificilmente escapou. Em 2005, qualquer pessoa ligada em consumo – especialmente os adolescentes, grupo no qual eu me encaixava na época – não saía de casa sem ao menos uma pulseira de borracha. Tudo começou depois que a Nike colocou à venda uma versão amarela criada para ajudar a Lance Armstrong Foundation, daí a famosa inscrição Livestrong.

A partir de então, outras fundações aderiram ao método. A pulseira rosa combatia o câncer de mama, a branca e preta levava em conta o preconceito racial e por aí vai. No Brasil, foi lançada a azul-escura, promovida pela Associação Brasileira do Câncer. Com tanta variedade de cores, era normal ver gente com um arco-íris no pulso.

Os bonés Von Dutch eram o símbolo máximo da moda

von2

Mais um exemplo que caberia muito bem na lista que fiz com peças de moda que caíram rapidamente em desuso. Há dez anos, não se falava em outro acessório que não fosse o famoso boné Von Dutch. Os modelos eram grandões e se diferenciavam pelo logo enorme (e um pouco brega, vai) que aparecia na parte da frente do boné.

Depois de se tornar conhecido e virar alvo de desejo, começou a ser vendido em diversas estampas e modelos. Tudo, claro, para agradar aos mais variados gostos. E, do que me lembro, era mais comum vê-los nas cabeças de meninas. Mas, como sempre acontece com peças assim, caiu no esquecimento e hoje ninguém mais usa. Para ser sincera, sempre achei algo horroroso, cafona e nunca fiz questão de ter.

A (então) nova geração do rock brasileiro ainda era forte

Cpm222.0

Se você tem mais de 20 anos, com certeza já escutou muito CPM22, Detonautas, Pitty, Charlie Brown Jr. e tantas outras bandas que viveram seus ápices na primeira metade dos anos 2000. As músicas das bandas que fizeram parte da chamada nova geração do rock brasileiro tocavam em qualquer lugar, principalmente nas temporadas de Malhação que passavam naquela época – e que a gente insiste em dizer que eram muito melhores do que as atuais.

Era normal pedir para a amiga colocar uma determinada canção no CD que ia gravar para você (sim, gente, nem todos os computadores tinham gravadores de CD em 2005), ouvir inúmeras vezes e relacionar as letras a alguma paixonite. Muitas dessas bandas ainda existem e até fazem sucesso, mas nem se compara ao que era antes. Lembre-se que depois da febre do rock brasileiro, veio a era dos emos, do sertanejo universitário e, mais recentemente, das novas boy bands.

Tudo o que queríamos era um celular V8

motorola-razr-v3

É incrível pensar que, há 10 anos, os celulares do momento vinham com câmera fotográfica. Sim, foi nessa época que foram lançados os primeiros aparelhos com o recurso. A qualidade das imagens, porém, era péssima. Mesmo assim, sonhávamos com celulares que possibilitassem o envio de SMS e de ringtones – outra moda que era horrível da qual fui vítima por muito tempo.

Nessa história toda, quem ganhou destaque foi o Motorola V8, aparelho com aba e design quadradão que a gente tanto amava. O número de usuários aumentou ainda mais depois que saíram os modelos coloridos – rosa e roxo – que conquistaram as meninas. Além de ser muito caro para o meu bolso, não curtia muito o formato do celular.

O Orkut e a explosão das redes sociais

orkut-login-2014-3

Com tantas redes sociais por aí, fica quase impossível acreditar que elas são relativamente novas. Pioneiro, o Orkut – desativado no ano passado – começou a ser introduzido no Brasil em 2004, mas viveu seu auge em 2005. Naquela época, ficávamos felizes quando recebíamos um scrap (os famosos recados) ou então um testimonial das amigas. Quanto maior fosse o número, maior era a nossa popularidade na rede.

Se a gente parar para pensar, o design e as funcionalidades do Orkut eram bem limitados. Apesar de ter seguido firme e forte por pelo mais cinco anos, a rede não conseguiu se superar frente à concorrência. Quando seu rival Facebook entrou no ar, muitos torceram a cara. Mas logo começou a ganhar um número enorme de usuários e se tornou prático para tudo, desde encontrar alguém para fazer contatos profissionais até localizar um amigo de infância. Dizem que o Face também vai sumir, mas a gente ama e não vive sem!

O Pânico na TV inovou a televisão

19mai2005---integrantes-do-programa-panico-na-tv-da-esquerda-para-a-direita-mulher-samambaia-merchanevis-carlos-alberto-emilio-surita-de-branco-reporter-vesgo-rodrigo-scarpa-carioca-1356965974923_750x500

Hoje, é difícil encontrar alguém que ainda assista ao programa, mas, há 10 anos, ver Pânico na TV era sinal de que você estava atualizado com as principais piadas do momento. Foi nessa época que surgiram as famosas sandálias da humildade, a dupla Vesgo e Silvio, que ficavam na porta das festas entrevistando celebridades e tantos outros quadros que foram adotados pelos brasileiros.

Criado em 2003, o Pânico virou um programa totalmente machista com piadas sem graça e, não à toa, perdeu quase toda sua audiência. Mas, em 2005, propôs um jeito inovador de fazer humor com expressões que marcaram a cultura do País. Aliás, naquela época até tinham algumas mulheres de biquíni, mas não tinha nada dessa onda das atuais panicats.

O Código da Vinci e o debate religioso

o_codigo_da_vinci

O livro mais conhecido do escritor Dan Brown foi publicado em 2003, mas ficou mais conhecido pelo público brasileiro no final de 2004.Todos que liam diziam que era ótimo e indicavam para outras pessoas. Ou seja, o bate boca fez com que o número de leitores aumentasse de vez ao longo de 2005. Eu estava naquele momento de só ler livros pedidos por professores, mas resolvi ver se O Código da Vinci era bom durante as férias.

Além da história muito bem escrita e amarrada que tem ares de suspense e mistério, a obra levantou questões sobre o cristianismo. Os católicos contestaram e os estudiosos do tema aproveitaram a febre para provar suas teses e afirmaram que o autor não estava tão errado assim. O sucesso foi tanto que o livro virou filme (bem fraquinho) e Dan lançou uma série de outros títulos, mas nenhum chegou aos pés do primeiro.

A MTV ainda prendia nossa atenção

Alguém mais amava o prêmio VMB?

Alguém mais amava o prêmio VMB?

O Youtube surgiu em 2006 (sim, há apenas nove anos) e, antes dele, a gente dependia dos canais musicais – e de programas virtuais beeeem ruinzinhos – para ver os clipes das nossas bandas e artistas favoritos. Existia uma magia quando a MTV anunciava a data da estreia de um novo videoclipe. Os programas do gênero, como o saudoso Disk, ainda tinham um público fiel (como eu).

Sempre amei ver clipes e até hoje deixo a TV ligada em canais que os exibem, mas não tenho a mesma paciência de antes. É tão mais fácil e prático ver o “filme” no computador ou no próprio celular, não acham? Outro caso que a gente não imaginava que pudesse acontecer, mas que já era previsto há muito tempo.

A língua portuguesa não tinha sofrido o novo acordo

4dbeaa1a608db54d6901becc8a430be6

Como jornalista, não poderia deixar esse item de fora. Em 2008, foi decretado o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, em que muitas palavras deixaram de (ou passaram a) ser acentuadas, hifens apareceram e tremas caíram. Imaginem como eu, que escrevo praticamente todo dia, sofro para me adequar às regras.

Há dez anos, não havia nem sinal dessas mudanças.  Estava em ano de vestibular e estudava feito doida para aprender gramática e a forma certa de escrever e acentuar palavras. Mas, de maneira geral, era muito mais fácil montar um texto. Hoje a gente precisa ter um manual por perto para tirar as dúvidas, que sempre aparecem.

9 peças que você usou muito neste verão

Por mais que a gente ame o verão e o clima de alegria que vem com ele, é hora de dizer tchau. Faltam apenas alguns dias para o calor dar lugar ao outono. Enquanto o friozinho não chega, que tal relembrar o que foi moda nos últimos três meses?  Teve tanta coisa linda (e outras um pouco bregas, devemos admitir) que eu já estou com aquela dorzinha no coração de quem odeia despedidas. Dá só uma olhada:

Biquíni de neoprene

biquini-praia-neon-push-up-top-tipo-neoprene-bojo-tam-m-g-20283-MLB20187057512_102014-F

Lá atrás, em outubro, já ouvia falar sobre os biquínis feitos com neoprene, aquele tecido muito usado por surfistas que ajuda a manter a temperatura do corpo debaixo d’água. Foi paixão à primeira vista. Fiquei apaixonada pelo visual retrô com vibe de bonequinha e estava prestes a comprar um, quando me lembrei daquela lista que fiz com as peças que eram febre e caíram em desuso. Hoje a gente acha os biquínis lindos, mas ele tem um gosto um pouco duvidoso, vai? Tenho certeza de que ninguém mais vai usar no próximo verão.

Mesmo assim, as famosas estão desfilando por aí com suas versões. A marca mais famosa é a Triangl. Por ser australiana, o preço é bem absurdo (gira em torno de US$ 300). No entanto, existem outras opções genéricas e mais baratinhas por aí. Eu estou firme e forte na tentativa de não comprar.

Biquíni de coração

Quais-são-os-modelos-de-biquínis-que-levantam-o-bumbum

No verão passado, a gente já vi algumas mulheres usando biquínis em que a parte de baixo era franzidinha no lado de trás, recurso que ficou conhecido por levantar e valorizar o bumbum. Neste ano, a moda pegou com tudo e é quase impossível ir à praia ou à piscina sem esbarrar em um modelo do tipo coração.

Acho superfofo, delicado e ultrafeminino, mas é uma peça complicada. Como chama atenção para o quadril, não pode ser usado por mulheres do tipo pêra ou com coxas grossas e gordurinhas a mais. Resumindo: algo só para quem está com o corpo em dia.

Óculos espelhados

look-do-dia-short-jeans-destroyed-jeans-cinto-de-fivela-com-pedras-blusa-laranja-scarpin-bordado-flores-etnico-tutti-boutique-ribeir-15

Já falei deles neste post, lembra? Pouco antes de o verão entrar de vez no calendário brasileiro, a gente já sabia que os óculos do momento seriam os espelhados. O que ninguém imaginava era o tamanho do sucesso que eles fariam. Encontrados em diversos modelos e em várias cores de lente, é do tipo que caiu no gosto das mulheres. Todas que são ligadas em moda desfilaram por aí com suas armações preferidas.

É aquele caso típico de uma peça – ou acessório – que parece estranho, mas fica lindo conforme vira febre. E do tipo que vicia: já me peguei várias vezes vendo sites que vendem os óculos e escolhendo qual combina mais comigo. Mas não, ainda não comprei porque acho que terá o mesmo destino dos biquínis de neoprene.

Quimono

ThassiaNaves_porHickDuarte-011-copy-de-iorane

Outra tendência que eu adiantei aqui. Sou suspeitíssima para falar algo porque acabei completamente apaixonada por essa peça. Parece algo complexo de se usar, mas a verdade é que é uma opção versátil e responsável por dar um “up” na produção. Os estampados e floridos, então, são tão lindos que dá vontade de não tirar mais.

Quando comprei o meu, confesso que fiquei com uma pulguinha atrás da orelha. Será que eu usaria tanto assim? Será que me sentiria bem? E hoje respondo sim com gosto para as duas perguntas. Uso meu quimono para trabalhar e sair. Só falta levar para a praia.

 

 

Tops e saias de crochê

blog4

Quem diria que o crochê, tão mal visto nas décadas passadas, teria seu retorno triunfal em 2015. Antes considerado algo brega e inadequado, foi colocado em destaque graças à tendência da moda natural, com tecidos e roupas cada vez mais artesanais. E, olha, nós fazíamos cara feia, mas hoje somos obrigadas a concordar: o crochê é realmente a cara do verão.

Sabe o bom e (já) velho top cropped? Que tal dar uma nova cara e usar um modelo feito com crochê? A dica é optar pelos modelos que mostrem uma faixa da barriga com frente única, ou seja, que deixem as costas em evidência. Outra ideia é apostar em saias longas e transparentes abaixo do joelho. Para mais ousadas, vale sair com as duas peças ao mesmo tempo. Só não se esqueça de que é preciso estar em dia com a balança.

Coroa de flores

star5

Taí um acessório que começou a bombar em 2013, graças à cantora Lana Del Rey, e conseguiu prolongar sua fama neste verão. A quantidade de mulheres que aderiram ao visual na noite de ano novo foi tão grande que as coroas de flores passaram a ser aceitas em qualquer ocasião ao ar livre, desde o final de semana na praia até a pool party com os amigos.

Mas é bom lembrar que é um acessório complicado que pede muito (muito mesmo) estilo. Ou seja, para mostrar seu lado havaiana, é importante combinar com roupas bem leves e soltinhas, sem estampas ou qualquer outro detalhe que brigue com a coroa.

Chapéu floppy

blake-lively

O famoso chapéu de abas moles e amplas ganhou nossos corações no último inverno, lembra? Na época, ele era visto em cores típicas do frio, como preto, cinza e vermelho, e carregava todo o ar chique e elegante da estação. Consumista assumida que sou, quase comprei um, mas acabei deixando de lado por achar que não iria usar.

Pois bem, eis que o floppy superou a barreira das temperaturas e ganhou versão fresh para também invadir o verão. Fabricados com palha e outros tecidos naturais, o chapéu agora tem tons de bege e branco e faz toda a diferença na hora de montar o look de praia. Sucesso, né?

Pulseirismo

ca05b361543e10e8482d32f2cca6a0b8

Quem disse que não é permitido usar acessórios na hora de refrescar? A ordem deste verão era investir ao máximo nesses detalhes, principalmente em pulseiras. Dúvidas na hora de escolher o modelo? As artesanais (sim, aquelas que a gente compra em barraquinhas e feirinhas) ocupavam lugar de destaque e deram uma abertura para o estilo folk, que promete bombar nos próximos meses. O mais bacana era misturar pulseirinhas de cores e estilos diferentes para causar um efeito colorido e divertido.

 

 

 

Flash tattoos

Flash Tattoos 13

No início dos anos 2000, era comum sair por aí com uma espécie de tatuagem feita com pedrinhas de strass e formatos fofos como coração e estrela. Era tão brega, mas eu, no auge da minha pré-adolescência, achava o máximo sair por aí com um adesivo colado em volta do umbigo.

Não é que o recurso voltou, gente? Agora o acessório atende pelo nome de flash tattoos e apresenta desenhos semelhantes a pulseiras e colares com cores que imitam ouro, prata e bronze. O resultado é uma biju instantânea que carrega um ar barroco. Pode até ser bonito, mas achei um pouco breguinha. Parece tanto com brinquedos para criança que não consigo  ver muita seriedade, mas quem é que entende a moda, né?

10 peças da moda que caíram em desuso

Esse mundo maravilhoso da moda é bem curioso, não é? Dizem que algo é tendência e lá estamos nós, enlouquecidas para comprar tudo e atualizar nosso guarda-roupa o mais rápido possível. O engraçado é que às vezes a gente nem gosta muito da peça e faz cara feia, mas em questão de meses (ou até semanas) já olhamos de outra forma para a roupa.

Só tem um probleminha: ao mesmo tempo que é mágica e sedutora, a moda também é passageira. Afinal, em menos de um ano aquilo que era in vira out. E vamos combinar: atire a primeira pedra quem nunca cometeu um ato digno de vítima da moda. Eu, no caso, já cometi tantos que prometo nunca mais repetir. Esse pacto, como já se pode imaginar, só dura até a próxima estação.

E olha, já tem tanta coisa que a gente usou e se arrependeu depois. A lista é enorme, mas eu selecionei só dez para que ninguém fique triste. Vamos matar a saudade e comemorar que essas peças não se encontram mais ao nosso alcance?

A calça listrada do Beetlejuice (2013)

24513-calcalistrada-cea

Ok, confesso: no começo eu achei bem brega. Via algumas mulheres com uma calça com listras pretas e brancas e me parecia algo tão feio que eu não imaginava como podiam sair de casa daquele jeito. A quantidade de adeptas do modelito aumentou de forma absurda e até as blogueiras passaram a usar (inclusive combinada com um blazer do mesmo padrão de estampa). Aí já sabe né, a Becky Bloom que mora dentro de mim simplesmente necessitava a tal calça. Me dei de aniversário, vesti no dia em que completei 25 anos de vida e… nunca mais usei!

O sneaker de saltinho (2012)

1

Taí um item que divide opiniões. Eu até acho que é uma peça que cai muito bem em meninas com esse estilo mais rocker, só que virou carne de vaca. Explico: todo mundo tinha o tal tênis de salto. Alguns eram mais elaborados, com spikes, enquanto outros eram uma verdadeira aberração de cores e desenhos. E na hora de combinar, então, muita gente mais parecia um show de horror. Enfim, enjoou tanto que hoje é difícil encontrar alguém com o modelo no pé. Já os sem salto, bem na pegada, hip hop, continuam em alta.

O efeito balonê (2008)

como-usar-vestido-balone-dicas-9

Como boa fã de peças delicadas e românticas, pirei quando comecei a ver roupas com tecido mais encorpado que estufavam ao chegar perto das barras. Ou seja, dava aquele efeito de roupa pesada e mil vezes maior do que era. Conclusão: quem sofria para eliminar alguns quilos parecia mais gordinha. Não era nada legal, mas a gente usou até cansar. E olha, deu até saudade do meu vestido preto balonê, tão breguinha e tão lindo!

A calça big (1998)

calca-big-wall-discovery-feminina-img

Essa calça uó foi um ícone nos anos 90. Para quem não sabe, era uma calça largona, com bolsos nas laterais, típica dos rappers. Lembro de usar bastante a minha, que era preta, quando tinha 10 anos e hoje fico pensando como me deixavam sair com ela. Não era nem um pouco legal e não era nada feminina (hoje a gente sabe muito bem como aderir ao estilo boyish sem perder o estilo). Para ser sincera, era algo muito, mas muito feio. Ainda bem que eu era criança e o arrependimento não é tão grande!

O revival das ombreiras (2013)

Guarda-roupa Inteligente

Outro item que eu nunca entendi muito bem. Ok, a moda era bem estranha nos anos 80 e tudo que era exagerado parecia bom. Os ombros apareciam marcados especialmente em blazers e jaquetas. Não gosto, mas acho que até combina com os excessos da época. E apesar de serem bem criticadas, elas voltaram a aparecer há dois anos. Se as ombreiras já eram esquisitas por conta própria, imagine acentuá-las de forma geométrica ou adicionar spikes e penas? Essa eu posso dizer em voz alta: nunca usei (mas se eu tivesse meus 20 e pouco na década de 80, certeza que eu usuária).

A calça saruel (2009)

saruel

Peças largas não fazem meu estilo, então foi um verdadeiro espanto quando vi pela primeira vez a calça com cavalo bem grande que vai até o meio da coxa. Não cai bem nem nas adeptas do visu bicho-grilo. Tudo porque provoca uma alteração nas proporções do corpo e deixa as pernas mais achatadas, ou seja, um terror para mulheres baixinhas. Quer usar uma peça mais soltinha? Não tem problema. Vá com aquele seu jeans boyfriend ou com uma saia longa, que arrematam qualquer produção.

Os clogs (2010)

clogs_2

Essa moda durou muito rápido, graças a Deus. Os clogs nada mais são do que os tamancos de madeira, que tentaram voltar com nome mais fino. Aberto na parte do calcanhar, cobria totalmente o peito do pé e os dedos com um tecido que normalmente era de couro. O salto quadradão só deixava a peça mais pesadona e… feia. Sim, precisamos admitir, era um calçado muito feio. Tanto que até tentaram vender uma imagem de que era algo cool e sofisticado, mas acabou ficando em alta somente no inverno de 2010. Quem comprou deve se arrepender até hoje.

As alças de silicone (2000)

SEM_TT1

Vamos combinar que nosso estilo é terrível quando entramos na adolescência? Tudo que nós queremos usar são roupas que nos deixem com cara de adultas. Imaginem a minha situação: quando fiz 12 anos, a última moda eram as alcinhas de silicone, que provocavam um efeito de transparência. Achava aquilo tão lindo e tão adulto, gente! E enlouqueci quando minha mãe me deu de presente uma blusinha rosa com as tais alças. O problema? As alcinhas amarelavam rapidamente e não causavam aquele efeito de transparência que prometiam. Não demorou para caírem na breguice. Sabe os vestidos com aquelas telinhas que também causam uma sensação de decote? Bom, sou completamente apaixonada por eles, mas acho que eles vão ter o mesmo fim das alças de silicone. Quem concorda?

As calças de cintura bem baixa (2002)

Calça-jeans-de-cintura-baixa-e1326707102336

Começo dos anos 2000. Toda mulher que seguia a moda tinha que ter uma blusinha bem curta e a calça de cintura baixa para deixar a barriga de fora e mostrar o piercing no umbigo (sim, fui dessas). Era até aceitável em mulheres altas e magras, mas essa calça tinha o incrível poder de aumentar a barriga. O cavalo mais baixo – e alguns eram tão baixos que até assustavam – faziam com que aquela pancinha abdominal que a gente tanto tenta perder se sobressaísse. Sábia é a minha avó que dizia que a peça era horrível. No ano passado, a barriga voltou a ficar de fora com os tops croppeds, que tapam o umbigo e mostram só uma faixinha de pele. Alguém duvida que essa moda vai aparecer daqui um tempo como algo totalmente inadequado?

As botas pata-de-cavalo (2006)

botas-plataforma-camurca

As botas de cano alto e plataforma foram uma verdadeira febre no inverno de 2006. Todo mundo tinha que ter. Bastante grosseiro, o calçado, que mais parecia uma pata de cavalo, não tinha nenhuma intenção de ser delicado. Além do solado de borracha que tinha, no mínimo, 5 cm, tinha amarrações com fivelas ao longo da perna. Eu sabia que a bota era feia, mas comprei mesmo assim e usei até cansar (por dois invernos). Depois aposentei e acabei colocando-a na sacola de doação durante uma arrumação nos armários. Torço para que essa moda nunca mais volte, mas aposto que seria um novo sucesso se inventassem um revival para ela.

Lembra de mais algum exemplo? Me conta que eu prometo continuar essa lista 🙂

Aprenda a diferenciar os tipos de sandálias para curtir o verão

Estamos no auge do verão e, para aguentar o calor, existe um item obrigatório no vestuário feminino: as sandálias. Não tem calçado melhor para enfrentar as altas temperaturas, não é mesmo? E aí entra uma pergunta valiosa: que tipo de sandália escolher? Pois é, não basta apenas deixar o pé à mostra. A tarefa mais difícil é optar por um calçado que combine com o seu estilo e com o look. Parece impossível? Que nada, é bem fácil. Espia só:

Rasteirinha

4df2d97d2fcc747ae32ea3bd994512e1

É a melhor opção para quem, assim como eu, não sabe andar de salto alto. O solado plano é garantia de conforto e praticidade e pode ser usado em qualquer lugar, até mesmo no barzinho com os amigos. Também é muito versátil, já que apresenta versões para todos os estilos. As mais básicas, por exemplo, podem escolher sandálias simples, com ou sem tiras, e em cores neutras, como branco e preto. Já as mais ousadas devem dar preferência para os modelos coloridos e com aplicações de pedras.

Anabela

1290058651c4be576f5304bf5209449f

Um clássico dos calçados de verão. A diferença fica por conta da parte de trás (onde fica o calcanhar), que é bem mais alta e cria um formato de solado que permite vários tipos de material e desenhos. Sou fã daquelas feitas com palhas e outros tipos de fibras para combinar com o calor, mas também já vi algumas coloridas e geométricas que são lindas. Apesar de muita gente torcer a cara, não dá para negar que é uma sandália extremamente feminina.

Plataforma

fedd2bc417246e99680151a5176b3bd2

Assim como a anabela, tem o solado elevado na parte de trás. A diferença é que a região onde estão os dedos dos pés também é mais alta, daí o nome plataforma. É um verdadeiro paraíso para as amentes de saltos porque alonga a perna com todo o conforto necessário e ainda dá aquele ar de poder e elegância. Para combinar com o frescor do verão, a dica é escolher as opções coloridas, que também causam menos impacto.

Gladiadora

7aab2063edbb7dfe23984e9f61a4067a

Já faz um tempo que ela aparece nos pés de diversas celebridades, mas veio com mais força nesta temporada. O nome remete aos tempos dos gladiadores, que usavam sandálias com várias tiras e amarrações ao redor da panturrilha. No começo, era visto como um item grosseiro e cafona, mas, aos poucos, o mundo da moda passou a usar como um calçado fashion e poderoso. Como chama muita atenção, é bom tomar cuidado. Comece com um modelo mais discreto e lembre-se de combinar com peças que valorizem as pernas, como bermudas, saias e vestidos curtos.

Meia pata

b2ef15813cfa8888a88eebb6a248fbaa

Feitas com saltos enormes, que podem ser finos ou largos, tem um solado bem grosso na parte da frente para equilibrar e garantir aquele conforto que a gente tanto gosta. É a pedida ideal para enfrentar aquela festa que vai durar a noite toda e manter o charme. Não tem problemas para usar salto alto? Então invista nas feitas com salto agulha, que são lindas e superfemininas. Mas, se você não nasceu com esse dom, opte pelo salto quadrado, que distribui melhor o peso do corpo – esse, aliás, é o único tipo de salto que eu consigo usar.

Salto alto

75126e3f3eecb372000a21caf5edaae4

São usadas principalmente em festas e casamentos. É aquela sandália tradicional, com salto bem grande e praticamente nenhum apoio na parte da frente. Neste verão, elas ganharam amarrações delicadas na região do peito do pé. São tão fofas que podem ser usadas naquele almoço-delícia de frente para a praia ou na balada. Mas atenção: é um calçado para as fortes. Quem não está acostumada pode sentir dor muito rapidamente e ser obrigada a voltar para casa descalça ou parar em uma loja para comprar outro par (o que não seria uma má ideia, não é?).

 

Fotos: Pinterest

C&A lança coleção em parceria com Água de Coco

Agua-de-Coco-para-CA-Logo

Fashionistas de plantão, temos dois bons motivos para comemorar a última coleção de 2014 da C&A em parceria com marcas famosas. O primeiro é que as peças, assinadas com a grife de beachwear cearense Água de Coco estão realmente lindas. O segundo é que finalmente poderemos deixar nossos cartões descansando um pouco das mil parcelas acumuladas ao longo do ano.

Com estampas inspiradas na natureza, as peças chegaram ontem (02) nas lojas selecionadas e eu, como sempre, corri para dar uma olhada. Não sei se foi pelo horário de almoço ou por conta da proximidade com o Natal, mas estava uma loucura, mais do que no lançamento da Stella McCartney. Muitas mulheres aglomeradas disputavam uma chance de ver os modelitos e muitas enchiam as sacolas. Isso já resume a opinião geral sobre a coleção: um verdadeiro sucesso.

Amiga, empresta essa saída babado? A gente jura que devolve

Amiga, empresta essa saída babado? A gente jura que devolve

Confesso que não estava esperando muita coisa, mas gostei de quase tudo. No fim, nem olhei muito e comprei só uma viseira porque estava precisando e porque fim de ano é sempre sinônimo de falta de dinheiro. Mas até entendo as mulheres saindo de lá com sacolas enormes, afinal, foi muito difícil resistir.

A proposta da coleção foi criar peças para uma mulher independente e ousada que sabe como usar elementos da moda praia no ambiente urbano. Explico: os bodies (lindos lindos) podem ser usados tanto naquela pool party como combinados com shortinhos para curtir um jantar ao ar livre.

São sete tipos de estampa, mas vi três na loja em que fui: uma colorida bem tropical, com tons de vermelho e azul, outra com motivos animal print e, para terminar, uma com listras numa pegada navy (minha favorita). O diferencial fica por conta dos recortes e dos metais. Tudo bem chique, sabe?

Tudo tão lindo, né gente? Pode levar um de cada, produção?

Tudo tão lindo, né gente? Pode levar um de cada, produção?

E olha que bacana: a marca também traz peças para o público masculino (finalmente!) e infantil. As blusinhas estampadas com o Zé Carioca são tão fofas que eu super usaria se tivesse para mulheres. E também há acessórios para todos os gostos. Os brincos, dourados e impactantes, são maravilhosos.

Nos pés, destaco as alpargatas e as havaianas (calçados que eu amo de paixão), mas também vi sandálias com salto anabela e rasteirinhas. O ponto alto para mim são os chapéus. Quase todo mundo saiu com o modelo coral de aba largona (puro poder). Eu não comprei, mas já estou pensando em voltar lá e pegar um. E as bolsas, bem grandes, são ótimas para carregar todos os itens de banho sem perder o charme – também estou de olho na branca, quem sabe?

 

 

No quesito praia, a coleção conta ainda com caftans, vestidos e camisetas para usar como saídas. Mas não é só isso. Existem também opções para usar no dia a dia, como macacão, pantalonas, saias, camisas, top cropped e calça skinny. Em resumo: é tanta coisa linda que eu já estou esperando ansiosamente pela liquidação para completar minha lista de desejos.

Se você, assim como eu, quase enlouqueceu com a variedade e a rapidez das parcerias da C&A, atualizadas praticamente a cada duas semanas, vale muito conferir a última coleção do ano. Os preços, na minha opinião, estão ótimos por serem de uma grife bem conhecida e vão de R$ 49,90 (biquínis) a R$ 119,90 (saídas).

_______________________________________

Fik Dik no Bloglovin’

O Fik Dik está há quase oito meses no ar e, para comemorar, tem perfil no Bloglovin’, uma rede social bem bacana voltada exclusivamente para blogs. Quer seguir e acompanhar as novidades deste blog mais de perto? Só clicar aqui.